quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ingrid, a bela loira

Depois da crônica anterior, admito, eu e minha namorada levamos um bom tempo para praticar novamente, ou melhor, para rolar alguma coisa em relação a sexo e merda. Vontade às vezes surgia mas estava disposta a ficar um bom tempo sem fazer algo parecido novamente. Foi um tanto “traumatizante” não vou negar, foi muito nojento após e ainda não estava preparada para arriscar de novo.
Uns 6 meses depois do último ocorrido comecei a me envolver com uma bela loira saradérrima que era vizinha de turma do meu curso técnico de Química. Já havíamos transado duas vezes e aqui nessa crônica conto um fato que teve envolvimento novamente.
Aconteceu quando tínhamos um congresso juntas em outra cidade e ficamos num hotel meia boca no centro de Porto Alegre. Fomos em turma e os quartos eram de casais , então fizemos de tudo para ficarmos juntas em um dos quartos. Ficamos 3 dias de um final de semana por lá.
Ela se chamava Ingrid, como havia dito, uma linda loira, altura mediana, cabelos longos e lisos, um corpo muito lindo, seios médios, coxas grossas, um belo e enrijecido bumbum e tinha a mesma idade que eu na época: 18 anos.
No primeiro dia que chegamos fomos direto para o banho e após um sexo muito gostoso. No outro dia pela manhã minha namoradinha de quarto suspeitou quando eu estava mexendo na sua mochila de roupas sujas. Quando ela me pegou com sua calcinha na mão ela ficou muito envergonhada, sem deixar que ela pudesse falar qualquer coisa me adiantei e falei:
“Senti vontade de ver e cheirar sua calcinha é um pequeno fetiche que tenho”.
Ela envergonhou-se ainda mais, sorriu sem graça e disse:
“Não achas isso nojento?”
“Não Ingrid, não acho pelo contrário. Gosto de surpresas e gostei do que encontrei aqui...”
Falei a abraçando e a beijando. O jogo do carinho e não deixar a pessoa raciocinar direito
É um lance bem válido para desviar a atenção da pessoa para não cair no constrangimento.
A turma que estava no quarto, em frente a chamaram. Treinariam os textos para
a apresentação da noite. Nos beijamos e ela foi para lá. Na pressa até esqueceu
que sua calcinha havia ficado na cômoda, fora da mochila. Logicamente tranquei
o quarto e a peguei novamente. Dessa vez tirei minha calcinha e a blusinha que estava vestindo e me deitei na cama para me excitar com aquela calcinha suja. Era de algodão,
branca, lisa estilo biquíni. Como ela a usara o dia anterior da viagem, durante todo o dia,
haviam manchas marrons, contendo pequenas partículas de merda, com certeza por ter
usado ela durante o dia e também pela sua descuidada ou incompleta limpeza. Na parte
da frente aonde ficou sua buceta era amarelada como se tivesse deixado escapar
xixi diversas vezes.
Agora que eu tinha descoberto que Ingrid era bem descuidada com a limpeza do seu rabo isso
me despertou novamente aquela vontade de sentir mais de perto.
O cheiro, como eu levei a calcinha até meu nariz, estava muito fedido e com aquele cheiro de merda que já havia secado há um bom tempo. Novamente admitia para mim mesma que eu era uma pessoa imunda,porque o desejo era incontrolável e eu cheirava e lambia a parte de trás marrom e me masturbava e aquilo era um delírio de gostoso. Gozei tão gostosamente que pensando que a vontade iria passar após isso, porém não passou. A vontade de praticar
Um sexo mais sujo com ela ficou no meu pensamento o dia todo. Sabia também a dificuldade que teria para acontecer algo mais sujo entre nós.
No meio da tarde nos reencontramos no auditório, após fomos jantar com toda a turma.
Perto das 23 horas retornamos as duas para o quarto. Transamos gostosamente de novo
E tentei lamber o seu cú, aproveitando que a enlouquecia com minha boca chupando sua buceta deliciosa. Ela fugia ou empurrava minha cabeça, não permitindo. Quando passava o dedo em seu cú ela permitia mas quando eu tentava penetrar ela fugia.
E seu cuzinho era tão delicioso de tocar, era lisinho e muito macio. Consegui aproveitar sem que ela visse, é claro, e cheirar meu dedo e pude sentir aquele cheirinho de bunda. Foi um erro porque a vontade estava dominando novamente e tudo indicava que seria frustrante.
Então deixei isso de lado e aproveitei muito seu corpo delicioso, tivemos uma longa noite de
muito prazer, ela fazia um oral como poucas. Até transarmos bastante e nos satisfazermos
já era bem tarde e precisávamos dormir. Adormecemos uma colada a outra, corpos suados
de prazer e extasiadas.
Ingrid acordou cedo, mexeu-se para sair da sua cama, me acordei e sussurrei:
“onde você está indo?"
"Eu preciso usar o banheiro"
"Não vá, venha aqui, fique aqui.". continuei sussurrando.
Puxei ela contra o meu corpo quente e nu e sussurrei de encontro a sua boca, lambendo seus lábios:
“Sei que não temos essa intimidade mas fica aqui por favor”
"Eu realmente preciso ir, D." .Também falou sussurrando.
"Vem aqui", eu disse " vá na minha cama, vá ao meu lado, não me importo"
“ o que !?” indagou surpresa. “estás brincando né?”
Falei em um tom, mistura de brincadeira e excitação mordendo os lábios e a beijando:
“se molhar a cama não tem problema tem esse plástico protegendo o colchão”
Ela disse:
“Nossa D. já peguei você com minha calcinha e me senti tão envergonhada e agora quer que eu faça xixi na cama?”
“E amei tua calcinha, sabia que me toquei cheirando ela e achei muito excitante ver
tua calcinha “freiada” . Falei, deixando ela corada e sem reação.
Sem permitir que ela pensasse muito, abocanhei seus seios e os chupei com muita volúpia, fui descendo e mordendo sua barriga enquanto meus dedos penetravam sua buceta úmida . A deitei por inteira na cama, afastei e levantei suas pernas e cai de boca diretamente no interior de sua buceta e minha língua dura a penetrava o mais profundamente possível enquanto minhas mãos apertavam e acariciavam seus mamilos enrijecidos ao extremo. Ela dava golfadas de prazer, gemia bem alto, quase que soluçando , porque eu a chupava com muita vontade e sempre pressionando meu nariz em seu clitóris.
“Ai D. ta tão bom mas preciso ir ao banheiro, já volto”;
“Não, faça na minha boca”. Falei continuando a chupar sua buceta e coloquei um dedo
em sua boca e o girava no interior de sua boca, na língua, nos dentes, bochecha e ela chupava com gosto meu dedo. Com uma das mãos fiz pressão em sua barriga e Ingrid Reagiu:
“Dói, não vai dar pra fazer aqui . Não é só vontade de fazer xixi que estou..”
Confesso que ouvir ela dizer isso foi algo inexplicável pelo tamanho do desejo e vontade que me deu naquela hora e falei:
“faça xixi se acontecer de vir algo mais não tem problema” . E a cada frase que eu falava intencificava ainda mais minhas chupadas nela, apertando ainda mais de encontro a mim, e ela
Ficava no “quase falar” e não conseguia esboçar reação negativa.
"Eu estou tão cheia", suspirava ela, "Eu realmente preciso ir."
Eu continuava chupando sua buceta e ela talvez sem querer deixou escapar um
Pouco de xixi na minha boca, não gostei do gosto como eu imaginava, mas engoli o pouco que saiu e continuei a sugá-la , o desejo era incontrolável , levantei uma de suas pernas
deixando sua buceta bem aberta e chupava de cima a baixo , passando rapidamente a língua em seu cú, ela esboçava sair e eu a apertava e segurava de encontro a mim.
Ela disse com uma certa indignação:
“Deu D. vou lá no banheiro”.
Bruscamente saiu, foi para o banheiro, trancou a porta. Fiquei deitada na cama,
Um tanto frustrada ao mesmo tempo envergonhada, porque tive certeza que realmente não conseguiria o que desejava.
Da cama aonde eu estava ouvi fortes barulhos
de peidos . Ingrid estava pelo jeito tendo aquelas dores de barriga com muitos gases
e pelo jeito uma grande quantidade de merda. Eu silenciava para poder ouvir tudo porque o que me restava era só fantasiar como devia estar sendo lá. Fiquei ainda mais excitada do que estava e gritei para ela:
“Quando terminar abra a porta também estou me mijando”
“Tá bom , já vou” – respondeu.
Ou vi o barulho da descarga . Logo da chave da porta . Corri até lá, abri a porta e ela já estava no banho com o Box fechado. O cheiro de merda que estava naquele banheiro era intenso, conseguia ser até mais fedido do ambiente de quando eu vou cagar. Aquilo me excitava demais porque ela havia me despertado, mesmo que frustradamente, muita vontade de sentir tudo o que tinha em suas entranhas. Por um lado, acreditei, devia ter sido bom assim, porque pelo jeito sua merda estava mole , era uma grande quantidade e o odor assim era bem maior.
O cheiro que fica no ambiente quando estamos com alguma indisposição estomacal, todos sabemos que o cheiro característico é bem peculiar e era assim que estava. Sentei na privada para fazer xixi e tive que abrir a tampa dos papéis higiênicos usados e logicamente me deparei com uma grande quantidade usada. Peguei um que estava totalmente borrado com uma merda amarelada e em grande quantidade, com certeza daquelas que se borra até a parte de cima das mãos, por causa da intensidade da saída , decorrente de uma forte dor de barriga.
Não pensei duas vezes e cheirei aquele papel fétido e podre que chegou a arder minhas narinas mas me excitou demasiadamente. Ela conversava comigo lá de dentro, assuntos
nada a ver com o acontecido e não via que eu estava sentada na privada, tocando minha buceta e cheirando o papel borrado. Não cheguei a pôr a boca nem nada, vontade não faltava mas não o fiz. Confesso que gozei silenciosa e rapidamente.
Quando ela saiu a levei para a cama e transamos de novo, gostosamente e nem tocamos mais naquele assunto e nem insisti mais porque sabia que dali não rolaria nada além do que eu também queria.
Era maravilhoso transar com ela, mesmo não rolando nada dessas coisas pervertidas.
Foram mais uns dois encontros e logo não saímos mais porque começou a pintar sentimentos e eu era comprometida e não queria estragar tudo com minha namorada.
Mesmo que esta não tenha sido uma crônica mais forte, não deixou de ser mais um dos meus envolvimentos com essa parafília. E como não estou aqui para fantasiar nada e sim contar os reais fatos, negativos e positivos, só lamento se frustrei alguns leitores com um fato que também foi frustrante para mim. Outros aconteceram , no mesmo nível e mesmo assim não deixarei de contá-los. Sempre seguindo uma ordem cronológica. Este foi, desde o início, meu objetivo com esse blog.
Até a próxima.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

O manjar da meia-noite

Era aquele momento quase do orgasmo final.
Minha namorada de costas, eu a agarrando por trás,
mordendo sua orelha, sua boca e seu pescoço perfumado.
Mão direita em seu clitóris, penetrando sua
buceta encharcada, sedenta de orgasmos e desejos e
minha mão esquerda penetrando seu cú,
com facilidade. Profundamente. Ela
suspirava enlouquecida de desejo. Logicamente eu também. Sentir sua enorme bunda
ao meu corpo, completava todo o meu
tesão.
-Ai como eu queria tudo o que vem aí atrás de você. Falava ao pé de seu ouvido, suspirando e penetrando o mais profundamente o seu cú.
Foi nessa noite , mais precisamente
dois meses após a prostituta, ouvi dela,
“quase” naquele orgasmo que determina
o "deu, agora acabou as forças", ela surpreendeu-me:
-D., amanhã vou me segurar o dia inteiro! Quando chegar da faculdade,
se tu quiser, faço o que tu tanto deseja...
E gozamos juntas. Ela gozou mais intensamente do normal e eu também. Parece que ela
ter dito aquilo, naquele momento,
tivesse sido muito prazeroso pra ela.
Após transarmos fomos tomar banho.
Não falamos nada sobre o assunto. Naquela hora, fiquei com dúvida se ela não havia dito aquilo apenas pra me excitar. Não falei nada sobre o assunto, a expectativa era esperar chegar o amanhã e torcer para que chegue logo à noite. Se ela esquivasse do assunto, tudo bem , entenderia.
Passei todo o dia na expectativa. Inclusive não concentrei-me direito na aula. Na época estudava pela manhã. Ainda não trabalhava e estava no último ano do médio Técnico. E naquele dia, lembro, tinha um trabalho em grupo pra apresentar. Incrível, não concentrava-me em quase nada. Pensava no "e se for mesmo verdade?" .
Água na boca, muita água na boca! Eu salivava mais naquele dia, impressionante. Não estava nervosa e sim na expectativa. "Não conte com o ovo no cú da galinha". Minha mãe sempre dizia essa frase, quando eu criava expectativa em cima de algo. Não estava contando com o ovo. Risos.
Final de tarde. Faltam exatamente 5 horas pra N. chegar.
-Será que ela não cagou mesmo quando se acordou? Pensei. Se sim e quisesse mesmo, aí o grau de dificuldade seria maior.
Como eu pensava no momento dela chegar. Nervosa. É, quanto mais se aproximava da hora, o nervosismo ausente do dia, resolveu aparecer.
-Falta 1 hora pra ela chegar! Preciso de algo pra me acalmar. Conseguirei fazer de "cara limpa"? Não vou arriscar! Pensei.
Já passava da hora combinada. Eu escutava Vangelis, sempre dá um clima mais sensual quando escuto.Viajava na música, como se o tempo tivesse parado. A ansiedade havia passado, só pairavam os pensamentos mais malucos. Que tesão. Eu estava simplesmente ardente de tesão. Que vontade.
-Vem logo N. ! Pensei.
Pensamentos negativos não vieram mais;
“nada como relaxar à força”. Ria. Eu ria muito.
De que ? Nem eu sabia!
Barulho de chave abrindo a porta. Era
N. chegando. Eu deitada no sofá a observei chegando sorridente. A olhei detalhadamente.
Estava vestindo uma calça jeans clara, fitei demais seu “triângulo” que a calça marcava e ia subindo com os olhos pela sua blusinha inchada pelos belos seios que ela tinha. Fitei-a até seus 1,85 de altura. Sabe aquelas cenas cinematográficas, na qual são cheias de estilo em câmera lenta? Parecia assim. Minha visão estava assim. Levantei do sofá, fui a sua direção e a abracei, beijei sua boca e a olhei profundamente nos olhos. Sem nada dizer, segurei-a pela mão e a levei até o banheiro.Naquele momento nem pensei em nada negativamente e ela não disse uma única palavra. Só me acompanhava. Quando entramos no banheiro, nos abraçamos perto da pia, e nos beijamos loucamente. N. estava tomada por um tesão. A conhecia bem para ter certeza disso. Apertava-me junto a seu corpo. Abraçadas a parei de beijar e olhei nos olhos. Ela sorriu. Um sorriso diferente, calado mas tão sensual que tremi dos pés a cabeça.
-Te quero aqui N.! Única coisa que falei e a beijei novamente num beijo tão sensual e molhado. Mordia tanto sua língua, a chupava com tanta vontade que ela correspondia com mais prazer ainda. Virei ela de costas, abraçando e levando-a com "passos abraçados" até o box.
No Box lá de casa era assim: Uma banheira, mais afastado
um chuveiro e ao lado esquerdo um espaço bem amplo e vago. Encostei ela nesse espaço amplo, de pé, de costas pra mim e grudada na parede. Abaixei-me até as suas coxas traseira, e beijava por cima da calça. Observava sua enorme bunda, acariciava, apertava e vez ou outra subindo minhas mãos pelas suas costas até o pescoço. Ainda de jeans, aproximei meu rosto no meio da sua bunda e a cheirei por cima da calça. Aquele cheirinho de suor , me enlouquecia. Mordendo e cheirando sua bunda dirigi minhas mãos no botão da sua calça e abri. Puxando rapidamente o feixe . Abaixei sua jeans com certa dificuldade já que ela usa calças bem justas e pelo tamanho de seu quadril e bunda, era mais dificultoso. Ela quis ajudar. Segurei suas mãos e não deixei . Voltou então a encostar as mãos na parede. Finalmente desnudei quase totalmente aquela bunda, a deixando só de calcinha. A calcinha era branca, e eu novamente cheirei sua bunda, agora por cima da calcinha. Ela tava muito fedida, muito mesmo. Bem do
jeito que eu mais gosto, e ela sabe disso. Baixei lentamente sua calcinha e olhei a parte de dentro da roupa íntima, que ficava na bunda. Estava meio “freada”. Diante do meu desejo cheirei e passei a língua na calcinha. Meu prazer era incontrolável, até difícil de descrever em palavras, que até acabam tornando-se repetitivas. A “freada” que tinha estava suada, e úmida. Pensei:
-Costumo ficar assim com a calcinha molhada atrás, quando fico segurando a vontade de cagar. Porque quando se segura muito, fica suando (Acho que todos devem saber do que estou falando).
Então só podia ser uma coisa: Ela estava se segurando, estava com vontade
de fazer cocô. Só podia ser isso. Porem, não perguntei. Não conseguia sair daquele espaço, de sua calcinha semi abaixada, tapando metade da bunda e virada em direção ao meu nariz e boca. Estava me preparando para o que possivelmente pudesse acontecer naquele dia. Como tava gostoso sentir aquele cheiro suado e de merda já envelhecida na sua calcinha!
-D. não demora muito. Não agüento mais me segurar! Falou, me pegando de surpresa .
-Será que aquilo estava realmente acontecendo? Pensei.
Meu tesão, ansiedade, expectativa, desejo intenso e incontrolável tomou conta de mim. Me sentei no chão e fui puxando ela de vagar pra cima de mim. Deitei-me naquele chão úmido e frio e tirei a camiseta que vestia.Deitei-me até encostar a cabeça no chão, amarrei meus cabelos pra trás e direcionei N. a sentar com sua bunda próxima de meu rosto. Ela afastou as pernas, de costas pra mim obviamente, como em um quase 69. Tirou minha calça de pijama e calcinha e iniciou a lamber e chupar com muito desejo a minha buceta, já totalmente molhada de tesão. Com a bunda quase no meu rosto, abri bem e inacreditavelmente, para minha surpresa, já via a ponta de merda marrom querendo sair. Tive que falar:
-Deixa sair devagar...
-Vou tentar. Comentou meio que de "boca cheia", já que estava com uma volúpia muito intensa na minha buceta. Naquele exato momento não cheirei seu cú, fiquei com receio que pudesse ansiar antes do tempo. Coloquei então a boca em seu cú, de forma bem aberta e fui penetrando minha língua, sentindo nela aquela pressão da merda. E minha língua adentrou e senti que já estava atolada no meio de tudo aquilo. Meu prazer era enorme. Lembrei como flash daquele meu amigo por correspondência que dizia "evite gozar , evite gozar antes de curtir a merda". E assim o fazia, me segurava. Comecei a sentir uma pressão maior na língua. Sabia que se a tirasse de lá, inevitavelmente tudo viria pra dentro de minha boca. E assim o fiz: voltei com a língua para dentro da boca. A merda começou a entrar na minha boca, o prazer foi inominável, e comei a gozar. Enquanto gozava o cheiro fétido e podre me embriagava ,intensificando ainda mais meu orgasmo. Comecei a jogar fora, para o lado, com a própria boca o que já estava enchendo ela. Eu ainda gozava multiplamente. Ouvi barulhos que vinham de dentro dela. Não se segurou mais fazer lentamente e "explodiu" muita merda pelo meu pescoço, rosto e peito. Era tudo muito quente, não imaginava que merda fosse tão quente assim. Fui engolindo grande parte do que estava na minha boca; ainda durante o orgasmo que parecia infindável, fui sentindo descer pelo meu esôfago uma parte da merda. Nesse momento a impressão que tive, mesmo sendo difícil descrever, é como se eu tivesse abandonado meu corpo e viajado pra outra dimensão. Acredito que morrer deve ser assim, parecia não sentir meu corpo. O prazer e orgasmo totalmente único , especial e diferente que tive, em especial enquanto as fezes desciam meu esôfago. Era algo mais prazeroso que havia sentido em toda minha vida. Não me continha e, no impulso desses momentos rápidos, mas que pareciam lentos. Num orgasmo de dois minutos que pareciam vinte! Durante esses minutos finais de orgasmo intenso , conscientemente não sentia cheiros horríveis ao ponto de milésimos de segundos eu ter a consciência que estava com o nariz e rosto cravados naquela bunda totalmente suja. O orgasmo mais intenso e maravilhoso do mundo havia chegado ao fim. Não havia olhado nada, estava com os olhos fechados, só vivenciando tudo aquilo. O tesão foi passando. N. saiu rapidamente e foi pra privada vomitar. Quando dei por mim e comecei a pensar mais racionalmente , tentei trancar a respiração. Parecia que até com respiração presa sentia aquele cheiro que contaminava tudo. A ânsia veio rapidamente. Fiquei tonta. Me virei, deitada ali mesmo e comecei a vomitar. Vomitei muito. Fiquei toda mole de tanto que vomitei! Estava sentindo um mal estar muito grande. Não existiam mais prazer, aquele momento era quase que monstruoso. Liguei o registro da banheira ainda de olhos fechados. Não tive coragem de abrir os olhos e de repente deparar com tudo o que estava a minha volta. Levantei-me e abri o registro do chuveiro e fui pra baixo dele. Evitava respirar pelo nariz, só pela boca. Enxaguava meu rosto e corpo com muito sabonete, sais, shampoo e tudo o que tinha ao meu alcance pra me limpar. Enxaguava até minha boca com sabonete e shampoo. Quando a banheira já começara a transbordar, entrei nela e fiquei algum tempo submersa. N. veio e jogou muitos sais na banheira e lá durante mais de 1 hora fiquei. Acreditem, fiquei mais de 1 hora sem abrir os olhos.Quando abri, estava tudo muito limpo. A N. havia limpado o chão, atirado detergentes e todo tipo de produtos de limpeza.Ela estava com uma cara muito enojada, não escondia. Aí eu ri. Ela falou:
-D. isso não se faz, olha só tu passou mal e eu também quando olhei pra ti, ver o estado que
tu estava e o cheiro que ficou.
Comentei:
-N. foi maravilhoso enquanto eu fazia. Só foi ruim depois de gozar. Mas valeu a pena passar por tudo isso, para se ter o prazer que tive nesses poucos minutos.
Ela compreendeu em parte, ou se fez ter compreendido. Continuou comentando de novo que vomitou e se sentiu mal quando olhou pra mim e meu rosto, cabelos, nariz e peito estavam totalmente cheios de merda. No início quando começou a vir a merda era bem dura, e aos poucos foi ficando cremosa e mais mole., por isso acabou ficando todo esse lambuzo. Acredito que o problema maior foi ela ter segurado demais porque a “explosão” é muito maior. Por diversos dias após o ocorrido, não pensei mais em fazer isso. Entretanto aqueles minutos de prazer foram tão maravilhosos que não valeria a pena NÃO vivê-los de novo. Quem sabe da próxima vez não pudesse ser melhor? Continuava a pensar nesse ponto. Azar dos momentos ruins que possam vir depois. Quem sabe meu amigo correspondente não possa me dar dicas de como não vomitar? Pensava e pensava.
Isso demorou muito para acontecer de novo.
-Agora por um bom tempo, só quero sexo limpo e cheiroso. Pensei e ri.
-Menti pra mim mesma. Novamente Pensei e ri.
Minha avó sempre dizia “Quem conta um conto sempre aumenta um pouco” . Aqui o contrário, faltou palavras que pudessem descrever o maravilhoso e o horroroso do que vivi.
Tentei descrever o que só quem vivenciou tem a capacidade de entender.

terça-feira, 7 de julho de 2009

A dama da praça

Lembram da revista Private e o amigo que tinha feito por correspondência? Pois é, continuamos nossos contatos, troca de informações e cada vez eu estava querendo saber mais na teoria como seriam essas práticas sexuais que tivessem envolvimento com “merda” . Tudo começava alimentar ainda mais meus desejos e curiosidades. Ele me contava coisas, que a principio eram horrendas a meu ver, mas que pouco a pouco fui assimilando e me identificando. A vontade de colocar em prática tanta coisa não saia de minha cabeça . Tentei indiretamente entrar no assunto com minha namorada, mas as primeiras impressões, sobre o assunto, a deixou perplexa, não acreditando em todas essas minhas fantasias. Contei a ela que quando tirava o dedo do seu cú, cheirava muito e quase chegava ao ponto de lamber pra sentir o gosto de sua merda e enquanto transávamos pensava muito em ela cagar em minha boca e curtir tudo isso. Ela fazia cara de nojo. Ainda não era chegado o momento certo. Tremia em imaginar como poderia ser esse momento, se eu passasse mal, se me arrependesse? É, muita insegurança ainda permeavam contra a vontade ilimitada que sentia . Tentei contato, através da revista, com pessoas que praticassem e quisessem encontros reais, entretanto eram tudo de estados distantes do Rio grande do sul e eu ainda de menor, não tinha a mínima condição de um encontro real. Durante alguns meses de contato, deparei com muitos fantasiosos, mentirosos, homens se passando por mulher, que evitavam um contato telefônico, por exemplo. Assim como acontece hoje em dia pela Internet, há muitas pessoas “fakes” , só que usando o espaço da revista e os contatos por carta pra atingirem seus objetivos de só se satisfazerem nas vontades e mentiras. Fiz amizade com um casal de Porto Alegre, que estavam realmente dispostos a praticar e viajar até mim. Eram reais mesmo, conversávamos muito por telefone. Por ser um casal não me agradava, mesmo que ele quisesse ser apenas voyeur , observando nós duas fazendo todas essas coisas. Mas não aceitei. Para não enrolar e decepcioná-los, logo rompi o contato.
Lembram do que eu também havia comentado na crônica anterior, sobre o 145? Pois é, continuava por lá tentando conhecer alguma garota . Constantemente encontrava alguma disposta a um encontro, mas quando eu tentava entrar no assunto de sexo sujo, logo era frustrada por um “não” e/ou desligavam o telefone. Eu não falava que queria comer sua merda, porque isso era muito pra eu pôr em prática, mas falava em cheirar seu cú, em ela vir para o encontro sem banho pra ficar com cheiros bem intensos e também em enfiar o dedo profundamente em seu cú para tirar a merda e cheirar. Só que não tinha jeito, todas as tentativas eram negativas. Pensava em desistir disso e apenas fazer de modo escondido como sempre fazia.
Alguma coisa diferente aconteceu num final de tarde de inverno. Saí de um curso de Espanhol que fazia no centro de Pelotas. Como era rotineiro, atravessava a praça central para me dirigir a rua que dava direto a minha casa. Passando pela praça, observei algumas garotas de programa, que lá faziam ponto diário por lá. Quem conhece a praça do centro de Pelotas, sabe bem a quantidade de garotas de programa que há por lá. Sentei num banco a uns 20 metros de algumas que lá estavam e senti vontade de sair com alguma delas. Mas como? Como uma adolescente, com mochila escolar iria se aproximar de uma garota de programa , em um local que só se vê homens se aproximando? E pior ainda, uma prostituta de rua, daquelas que os clientes na sua maioria são idosos e homens do mais baixo nível. Como faria? Não faria. Continuei ali sentada, só observando discretamente. Haviam cinco delas numa roda de conversas: Duas eram mais ou menos e três daquelas mais horríveis, gordas , atiradas e tudo mais. Logo três foram “caçadas” por um cliente e ficaram duas, uma feia e outra mais ou menos. A que era a menos feia, tinha pelo menos uma bunda grande e bonita, que chamava muito a atenção com sua calça jeans coladíssima em seu corpo. Ela me despertou vontade de alguma coisa e eu a olhava mais fixamente. Ela olhava para meu lado, devia pensar que eu fosse uma adolescente somente olhando por olhar. A situação começou a mudar quando em uma das encaradas eu sorri de longe pra ela. Olhou para trás como se pensando “será que ela está sorrindo para alguém atrás de mim?” . Notou que não havia ninguém e começou a vir em minha direção. Tremi toda, olhava para todos os lados com temor que alguém conhecido me visse , mas como começara a escurecer, respirei fundo até que ela chegou a mim e falou :
-Tudo bem? Afim de um programa?
Respondi meio sem jeito:
-Sim. Nunca fiz isso com uma garota de programa. Tu atende meninas também?
-Claro que sim- respondeu ela. - só não chupo mas te deixo a vontade pra chupar e me “dedar” .
Sorri. Achei engraçada a forma direta dela falar.
Já que tinha passado por tudo aquilo , o negócio era ser direta. Se recebesse um “não”, paciência. Fui direta , não vou negar, meio gaguejando :
-Só quero lamber e beijar sua bunda e “dedar” no seu anús e gostaria que ficasse de costas sem olhar para trás. Aceita?
Ela riu e falou:
-Sim, 20 reais o programa e 5 reais o quarto , duração de 15 minutos. Vamos lá?
Pensei no baixo valor e o quanto eram desvalorizadas. O local já tinha essa fama, eram putas de subúrbio, mas como ela já havia me deixado com muita vontade, por causa de sua forma direta e seu bumbum grande que muito me atraia, então ainda nos poucos segundo que tinha pra dar a resposta, me perguntei aonde seria o local? 5 reais? Até eu finalmente falar:
-Sim , aceito.
-Então vou na frente, vá atrás de mim . falou
Ela se dirigiu a uma rua, que era uma das inúmeras que fazem parte da praça. Eu a seguia, nervosa, olhando ao redor. Ela parou em uma porta, fez sinal pra eu entrar também. Chegando, deparei com um hotel sujo e um recepcionista que falou:
-Moça, 5 reais pago agora , 15 minutos tem uma pia e toalha lá.
Paguei e me dirigi ao quarto que estava. Ao entrar no quarto me apavorei: O cheiro a esperma, a sujeira ao redor e os lençóis da cama encardidos. Não me deitaria naquela cama jamais!
Quando entrei, ela fechou a porta, perguntou meu nome e eu respondi. Perguntei o seu. Respondeu, mas não me lembro mais como se chamava. Foi tirando a calça jeans e falando:
-Olha, não beijo na boca. Quer que eu lave minha bunda na pia?
De imediato respondi:
-Não, não precisa!
-Que posição tu quer que eu fique , de quatro, né?
-Sim, fique de quatro na cama e deite sua cabeça no travesseiro.
Ela se ajoelhou na cama de quatro com as pernas bem abertas, da maneira que eu havia sugerido. Fiquei atrás dela, ainda em pé, observando sua bunda clarinha e grande . Ela devia ter uns 20 anos de idade e loira de cabelos lisos, pelos ombros. Eu fiquei olhando o seu cú um tanto aberto, ao redor dele uns pêlos daqueles mal raspados, tendo um pouco num lado e quase nada no outro. Deu muito tesão aquela visão. Aproximei-me, sentei na ponta da cama e com uma das mãos acariciei sua bunda macia. Coloquei a minha outra mão dentro de minha calça bailarina e fiquei passando em meu clitóris pra sentir mais prazer.
Fui beijando sua bunda, mordendo de leve e com o nariz fui cheirando ao redor de seu cú. Era um buraco fétido que misturavam diversos cheiros: Buceta, merda, suor e outros cheiros que não conseguia identificar. Como eu já havia imaginado, essas putas de praças são assim, muito mal cheirosas. Sentia de longe o cheiro de sua buceta imunda. Porem, de lá mantive distância de meu nariz. Seria muito fácil pegar alguma DST se chupasse sua buceta. Pelo que havia lido e pelas dicas que meu amigo correspondente havia dado, não teria perigo de pegar alguma coisa só chupando seu cú ( hoje sei o real risco que há nisso, mas não sabia, então “o que os olhos não vêem , coração não sente”. Pensei). Continuei cheirando se cú e fui aos poucos passando minha língua na volta até começar a penetrar minha língua, que lambia lá dentro com a pontinha dela. Com a mão direita abria sua bunda ainda mais e com a esquerda me masturbava. Estava encharcada de tanto tesão. Lambia e já chupava seu cú afoitamente, sentindo o gosto sujo na minha boca, mas não engolia a saliva, cuspia na cama. Estava com medo de engolir e fazia bem em não engolir. Não conseguia parar de chupar até notar que as horas passavam e logo-logo , encerraria o tempo determinado. Então com meu dedo médio penetrei o seu cú , de vagar para que ela não reclamasse. Não reclamou, só via meu dedo totalmente dentro do seu cú. Ela insinuava uma reboladinha e isso me dava ainda mais prazer. Comecei um entra e sai, lentamente com o rosto e nariz próximo de seu cú e de meu dedo. Quando o dedo saía, sentia o cheiro de merda que exalava e mais maluca comecei a ficar. Fui aumentando o ritmo de entrada e saída do dedo. Lá, bem no fundo, girava o dedo. Retirei-o lentamente de seu cú e senti aquele bafo de merda que veio de dentro. O cheiro era muito forte mas meu tesão era maior. Ainda com a boca e o nariz bem juntos a seu cú , me deparei com a saída do dedo. Do meio dele até a ponta, estava cheio de merda. Era uma merda esverdeada com toques de marrom , que se concentrava mais em cima da unha , aonde havia um chumaço bem visível de merda. Não me contive, meu nariz encostou no cú. Havia um pouco de merda nas bordas do seu rabo e eu chupei. Abocanhei seu cú e chupei. Meu dedo foi se aproximando da boca e num momento de muito tesão, chupava ele e seu cú. Saboreava sem engolir e o gosto era podre mas não tão quanto o cheiro. O dedo dentro de minha boca, era chupado e a unha era limpada com meus dentes inferiores e podia sentir pedaços dentro de minha boca. Gozei, gozei muito. O dedo que estava em meu clitóris, mexia com tanta intensidade, que não parava de gozar. Orgasmos múltiplos, algo que não parava. Saboreava minha própria saliva. Era muito prazeroso gozar sentindo gosto de merda e o cheiro que exalava. Naquele exato momento, tocou a campainha, era o recepcionista avisando que nosso tempo havia acabado. Sem falar, saí da cama aonde estava. Fui até a pequena pia, que ficava quase no chão e cuspi tudo que estava prendendo na boca. O cuspe que saiu era esverdeado, o gosto que eu sentia era horrível. Tive que trancar a respiração pra não senti-lo mais e não acontecer de vomitar e passar mais vergonha que já estava sentindo. Enxagüei bem a boca diversas vezes e fiquei mascando um chiclete e respirava pouco, lentamente pra não sentir mais o gosto. Ela saiu do quarto, até sem dizer “tchau” , assim fria e profissional como entrou. Peguei minha mochila e busquei um espelho. Estava com a ponta do nariz borrada de uma merda que já estava seca, bem como um pouco acima dos lábios. Lavei o rosto com muita ânsia, não vou esconder isso. Até chegar em casa , alguns arrependimentos vinham em minha cabeça: Por ter saído com uma garota de programa das mais vulgares e por ter feito tudo aquilo. Engraçado que até o caminho de casa, não engoli uma só vez minha saliva, cuspia a cada metro de caminhada. Porem não me arrependi profundamente de nada. Apenas lamentei de ter colocado pela primeira vez merda na minha boca e ser essa merda de uma puta. Poderia ter feito isso com minha namorada, mesmo sem ela ver. Merda é merda todas fedem, são podres e oferecem riscos sérios à saúde. Mas convenhamos, a merda de uma prostituta, que deve fazer uns 20 programas por dia, com o mais baixo nível de pessoas, é ainda muito mais arriscado. “Aprendi” da pior maneira possível, entretanto a partir daquele dia, estava preparada para sentir de quem oferecesse menos riscos. O momento maravilhoso do clímax, com a boca suja, sentindo aquele gosto incomum , acabou valendo e se sobre saindo a qualquer nojo ou risco que vivi naquele final de tarde. Agora era a hora de sentir de minha namorada. Era só o que eu pensava.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Uma "privada" descoberta

Fatos como o último narrado, foram eventuais, após alguns meses muitas coisas aconteceram:
Comecei a namorar uma amiga, aquela amiga de um ano e pouco que havia conhecido. Novas descobertas, uma relação fixa pela primeira vez. Muito sexo, mas um sexo mais tradicional que acontece entre duas mulheres. Logicamente que meus interesses despertados há anos, sempre serviam pra apimentar nossa relação. A excitação pelos cheiros destacando o anal. Cheirava muito seu Cú, lambia muito, sujava bastante o dedo com profundas penetrações. Ela ainda não havia notado minhas cheiradas discretas , fazia tudo de forma muito oculta. Em alguns poucos meses o interesse em continuar fazendo isso com ela, foi dissipando. Isso é normal em qualquer relação
mais séria; acabava sentindo os cheiros e fazendo as coisas mais no “automático”. Algumas das vezes, fazia e pensava em outras pessoas, naquela que passou por mim na rua e me chamou a atenção, na amiga de aula, naquela atriz gostosona etc. Como acontece com quase todo mundo, acabamos fitando nossos desejos mais depravados em outras pessoas e não naquelas que estão ao nosso lado. Parece que tem mais graça com um desconhecido. Consegue-se continuar fazendo e se excitando, porem a mente
Viaja em outros pensamentos, outras pessoas. Mesmo com o namoro se consolidando cada vez mais, como um namoro BEM mais sério, sempre dava um jeito de sair escondida para boates gls e/ou conhecer aquela menina pelo disque amizade (145, era muito tradicional em Pelotas).Às vezes rolava um sexo, mas não era tão fácil e muito menos acontecer alguma coisa, porque assim em encontro rápido entre lésbicas, é tão complicado conseguir algumas investidas “anal”. Quando rolava, claro que tirava alguma “casquinha”, sentindo o odor do orifício anal ou mesmo aquele dedo fedido após a penetração, mas não era tão fácil assim, acabava rolando mais com minha namorada.
Em uma tarde de domingo de final de ano, estava sozinha em casa e resolvi entrar no 145 , estava afim de me excitar conversando com alguma guria , e já que não estávamos nos vendo, extrapolar em conversas. Encontrei uma. Logo de cara falei que era lésbica e estava afim de falar em particular com ela , em linha reservada. Ela aceitou. Passei meu número de casa e me ligou. Depois de alguns minutos de conversa, estávamos muito excitadas , foi aí que entrei no assunto que gostaria de saber que horas ela havia feito cocô, se estava com cheiros típicos sem banhos, etc. Ela deu liberdade e parecia se excitar com o assunto. Não tinha experiência, mas como estava com modo privado, atrás de uma linha telefônica, me provocava. Dizia estar imunda, fedida, com a calcinha “freiada”. Se era verdade ou não, isso nunca saberei, mas o que dizia, muito me enlouquecia. Claro, normal pra qualquer mulher às vezes estar com calcinha escurecida, com aquela freiadinha, principalmente depois de longas caminhadas, de passar o dia sem banho. Por mais que eu me cuidasse pra isso não acontecer ( já que nunca fui adepta em usar calcinhas cavadas, daquelas que penetram entre as nádegas, que facilitam mais se sujar ) mesmo assim às vezes acontecia, normal, comum. Mas ela, dizia que a sua estava imunda. Me descrevia com detalhes, e eu viajava em imaginar tudo mais perto de mim. Aí passei a falar em estar com o nariz ali em seu cú, cheirando de cima a baixo , lambendo, limpando ela. Isso a deixava muito excitada. O Momento máximo, foi quando ela disse “ estou com vontade cagar, vou cagar na sua cara sua safada” . Nunca isso tinha passado pela minha cabeça, foi até certo modo chocante em ouvir de alguém isso, sabia (ou desconfiava) que não era verdade, que estava falando pra me excitar, e teve seu objetivo alcançado: Me excitei muito, até imaginei a cena. Ela deve ter gozado logo após dizer isso, porque simplesmente desligou o telefone. Fiquei frustrada porque queria continuar ouvindo ela falar isso. Nunca mais a encontrei na sala de bate papo. Claro, aquilo nunca mais saiu de minha cabeça. Pensava sobre e me dava muito prazer em pensamento, até cogitava e imaginava a cena enquanto transava com minha namorada, entretanto não pensava em fazer isso, eram só fantasias em pensamentos.
Um dia, enquanto eu e minha namorada transávamos, pela primeira vez penetrei minha língua mais profundamente em seu cú, e na ponta da língua senti algo lá dentro. Tirei, lembro que cuspi na cama, discretamente, aquilo me deu nojo, achei bem bizarro na hora. Foi só na hora porque depois ficava pensando no ocorrido. Não que eu pensava em tocar de novo , tinha uma fortaleza mental que impedia que eu pensasse em realizar isso de novo, parecia que minha consciência doía após pensar, estava começando a acreditar que pensar nisso novamente, fosse me classificar como doente. Não era possível alguém normal se excitar com essas idéias. Já lamber uma bunda suada, cheirar papel higiênico usado, cheirar o dedo com merda já era algo que me perturbava de certa maneira, então ir além como tocar no cocô era algo absurdo demais. Aos poucos fui deletando esses lances de minha cabeça. Foram esses interesses por cheiros mais exóticos, sendo esquecidos, minimizado as vontades. Passei meses sem pensar e até fazer algo assim fora do comum. Logo surgiu em minha vida social uma fase muito complicada, de perdas familiares, coisas péssimas mesmo. Essa fase dos meus 16 e pouco anos foram bem complicadas. Muitas dessas coisas acabam não sendo extintas, acredito, mas ficam incubadas, para a hora certa, ou quem sabe nunca mais voltarem.
Numa noite de quarta feira, fomos convidadas a um jantar na casa de amigos. Fomos, nos divertimos, aproveitamos muito tudo por lá, com brincadeiras, comilanças, bebidas e muita conversa jogada fora. Me deu uma grande dor de barriga naquela noite, sabe aquela dor de barriga por ter comido muito? Pois é, era essa mesma. Fui ao banheiro. Como é meu costume, quando estou sentada à privada , procurava algo para ler. Não via nada ao meu alcance, além de um armário da pia. Abri e lá tinha um monte de revistas. Peguei uma delas. Se chamava “Private”. Sabia se tratar de uma revista conceituada no meio pornográfico. Como nunca me interessei por putarias gráficas, não havia olhado, até aquele momento. Peguei uma delas e via que tinham relatos de leitores, em outra parte , anúncios classificados de encontros. Li alguns, fiquei curiosa Em ler mais, não imaginava que existiam pessoas que usavam uma revista pra encontros, que ingenuidade. Bem, mas tive que sair do banheiro. Continuei muito curiosa pra ler mais daqueles classificados. Uns dias depois, passei numa banca de revistas e vi a tal publicação. Comprei. Em casa, comecei a ler, tinham alguns relatos, daqueles que a gente sabe que é mentira, tudo feito de forma pornô-didático demais. Pulei logo para aquela parte que havia me despertando mais curiosidade. Olhando anúncio por anúncio, via que tinha alguns bem interessantes com casais, outros de mulheres sozinhas, muitos de homens e gays. Foi num desses anúncios que li algo que novamente me despertou, dessa vez fortemente, coisas que eu achava ser exclusiva de minha mente “doente”. Havia um anúncio mais ou menos assim: “ Homem, branco, 21 anos se oferece para comer fezes, bdsm, sexo sujo, pessoas imundas. Sou nível universitário, discreto para encontros reais, tenho experiência” . Não me choquei, até me tranqüilizei, porque o que eu sentia atração era pouco comparado a aquilo. Mas era isso que havia me despertado naquele momento. Pedi para um amigo meu alugar uma caixa postal nos correios e passei a me comunicar com essa pessoa. Nos tornamos amigos, mesmo à distância, ele era de Fortaleza. Me contava tudo como era, me falava dos riscos e perigos, mandava fotos para mim, nos falávamos ao telefone, tudo na mais boa amizade que durou anos. A partir desse anúncio, cada nova transa era imaginando não só o cheiro e sim estava com muita vontade experimentar como ele: Sentir durante o ato sexual as fezes dentro de minha boca e até engolir. Ainda não havia contado nada para minha namorada, eram só vontades. Até quando sujava meu dedo em seu reto, mesmo assim continuava só cheirando, ainda não estava tão preparada,isto é, até a vontade continuar preenchendo, cada vez mais intensamente, meus desejos e prazer indescritível que sentia cada vez que imaginava isso. O momento certo para ir além, ainda não havia chegado. Não demoraria muito, porem até lá, ainda haviam outros detalhes a serem descobertos antes do manjar ser o prato principal.

Até a próxima.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O lança Perfume

Gostaria primeiramente de pedir desculpas aos leitores desse blog pela minha longa ausência, não foi falta de interesse em escrever e sim, pela falta de tempo ocasionado pelos últimos dois semestres na faculdade e meu trabalho.
Após o "papel com tinta preta" diversas outras vezes fiz a mesma "arapuca" em outras oportunidades, nada com grande relevância, mas deparei com inúmeros outros papéis, com tinta preta, tinta verde, tinta marrom. Cheirei outros, me masturbei com alguns. Até consegui esconder um na minha bolsa, de uma menina sarada da minha sala de aula, logo após ela sair da privada após uma diarréia, daquelas fulminantes, que borra o papel de forma bem complexa, e certamente
borra até a base da mão (como acontece comigo deve ter acontecido com ela). E depois chegando em casa, dirigi-me como sempre, ao banheiro e me masturbei sentindo o cheiro e até tocando.
Claro, aquela vontade de pôr a boca já era habitual, mas não passava disso, ainda não havia
colocado em prática nada alem de vontades e fantasias. Enfim, esses lances de papéis, entrada nos banheiros após alguém ter feito cocô era bem freqüente e aconteceram inúmeras vezes. Desse vez vou pular para a terceira etapa, a primeira vez de um contato anal olfativo com uma garota que fiquei num barzinho gls de minha Cidade.
O nome dela não lembro, nos conhecemos dentro da boate e ficamos juntas. Eu ainda tinha 15 anos e ela devia ter uns 24, bonita, cabelos longos e castanhos , corpo bem bonito mas nada escultural mas bem interessante. Enquanto ficávamos dançando eu não tirava os olhos do seu corpo, nem deixava de dar umas passadinhas de mão por cima de sua roupa. Quando o clima esquentou a convidei pra irmos pra Dark room da boate. Chegando lá nos “amassamos” muito , eu estava com desejo demais de lamber ela. Só que ela ficou com medo que alguém aparecesse. Minha mão dentro de sua calça, quando ia atingir sua buceta, ela esquivava e não permitia. A convidei então pra sentarmos em um dos bancos que tem dentro dessa dark room. Ela sentou no meu colo e ficamos nos beijando. Minhas mãos acariciavam seus seios e o corpo. Novamente tentei ir além e abrir o ziper da jeans que vestia, mas ela não permitia. Só conseguia acariciar por cima da calça, mesmo assim ela suspirava de desejo e tesão, e eu também é claro. Era delicioso acariciar suas coxas e seu bumbum que era relativamente grande e bem firme. Meus pensamentos em lamber sua bunda e tocar seu cú eram o que mais preenchia minha mente e logicamente já imaginava cheiros e gostos, imagens daquelas que eram rotinas nos meus desejos ainda não realizados: lamber um cú, colocar o dedo no cú de uma garota; isso ainda era só vontade mas nesse dia a vontade era extrema e eu queria isso demais
com ela. Como não permitia que eu nem colocasse a mão dentro de sua calça, mesmo que meus beijos molhados e cheios de tesão a deixasse bem ofegante de desejo, mordia sua orelha e falava suspirando em seu ouvido: " que vontade lamber tua bucetinha, vamos para o banheiro então" . "Não dá estou menstruada e com absorvente interno" foi o que ela respondeu.
Pela primeira vez, em decorrência do tesão, não me contive e sugeri: " Não tem problema, deixa eu te lamber por trás, deixa eu te mostrar e te dar prazer lá atrás, faço com cuidado" . Ela comentou: "Que isso, acho isso nojento" . Poderia muito bem ter sido um banho gelado e constrangedor pra mim ter recebido um "não", por ser a primeira vez que tomo a coragem de sugerir isso a alguém. Porém não foi, pelo contrário, fiquei com mais vontade! Até alguém dizer que aquilo é nojento, me deixava mais curiosa para experimentar. A fiz ter muito prazer com minha mão em sua buceta, mesmo de forma tão limitada de pele com pele.
Saímos de lá e voltamos para a área de dance. Dançávamos e nos agarrávamos muito; beijos super calientes e a todo momento ia no seu ouvido e dizia "deixa eu te dar prazer lá atrás" . Ela ria, balançava negativamente a cabeça e eu encarava na boa. Minhas investidas eram bem insistentes. Depois de quase 3 horas de festa regadas a muita bebida e uma maconha básica , estávamos divagando sobre drogas (excluo a maconha de “drogas”, porque ela só é considerada "droga" para idiotas com idéias ridículas). Falei da maravilha que era O lance Perfume, que apesar de durar pouco o efeito é algo inesquecível. Ela então sugeriu: "arrume para nós". "O que eu ganho?" perguntei de forma meio sarcástica. Ela riu, mordeu meus lábios e passou sua língua dentro de minha boca com muito tesão . "Ei, o que ganho?" Insisti. "Se eu disser que ganha o que tu quer?!" respondeu indagando. Não me contive: "Se disser isso, arranjo agora mesmo". "Vai lá traga que ganha o que tu quer". falou com um olhar de safadinha.
"Já venho". Falei. Dei um beijo em sua boca e fui para a rua, aonde estava um amigo que eu sabia que tinha. Peguei o negócio e voltei até aonde ela estava encostada, segurei-a pela mão dizendo: "vamos lá para o banheiro". Chegando no wc nos trancamos. Dei o tubo a ela e disse para colocar direto na boca e "chupar". Enquanto fazia isso, em pé, a virei de costas para mim, ela ficou com o rosto de lado encostado na parede e inalando, baixei seu jeans e fiquei beijando sua bunda e cheirando sua calcinha, que estava meio cavada dentro de sua bunda. Abaixei sua calcinha até a coxa e comecei a cheirar a parte de dentro da sua roupa íntima, que estava tocando seu cú, Delirei com o cheiro de cú que estava; aquele cheiro, mistura de cú com suor, aí mordi suavemente cada lado de sua bunda branquinha , com uma das mãos a peguei pela cintura e arrebitei sua bunda, abri
ela com as mãos e comecei a cheirar seu cú. Era delicioso, tinha cheiro forte de suor, de merda mas não aquela merda recém saída e sim daquelas que deixa o rastro de cheiro depois de tempo. Cheirei profunda e compulsivamente e enlouqueci de tesão. Ela estava meio que viajando naquele momento, falando e rindo com euforia , claramente em decorrência da droga. Eu não me continha em abrir o seu cú, olhava e cheirava o tempo todo. Após, comecei a lamber o rabo dela, passando a língua em toda a volta, tentando penetrar com minha língua, mas era muito apertado e não conseguia penetrar. Depois de babar bem com minha língua, comecei a penetrar o dedo indicador, enquanto lambia e mordia na volta e em sua bunda. Ela tentou escapar, mas me levantei a apertei contra a parede, em pé e comecei a fazer um entra e sai com meu dedo, já todo enterrado em seu cú quentinho. Ela gemia de prazer enquanto eu mordia e lambia seu pescoço. Segurava pelos cabelos, virava seu pescoço para poder beijar sua boca, ela extasiada pela droga e também pelo possível tesão que sentia, quase que dançava com meu dedo penetrando seu cú. Eu tentava sentir no dedo o possível cocô que ela pudesse ter lá dentro, mas não sentia. "venha me chupe a buceta" ordenou.
Não era de meu agrado lamber uma mulher que estivesse menstruada, mesmo com absorvente interno, ainda mais por ser alguém desconhecido. Entre tanto o tesão do momento
não deixava eu negar isso a ela. Tirei o dedo do seu cú, a virei de frente, afastei suas pernas e desci com a boca em sua buceta. Chegando lá senti o cheiro de buceta misturado com menstruação , e isso não me agradou, mas continuei lambendo mais externamente e trancando a respiração nasal pra não sentir o cheiro. Nesse instante que "me lembrei" do dedo que eu havia penetrado no rabo dela. Enquanto lambia o clitóris, com o rosto um pouco de lado, olhei o dedo, não estava cagado nem nada, mas quando comecei a cheirá-lo, o cheiro de merda era evidente, era um cheiro fortíssimo, sujo, ainda pior que daqueles papéis higiênicos. Minha língua ficou tão eufórica naquela buceta, que nem estava me importando em lamber um pouco mais fundo sua buceta; inclusive tocando toda hora o cordãozinho do absorvente. Com a mão esquerda me masturbava, com a língua durinha em sua buceta complementava o tesão e com meu nariz cheirava aquele dedo fétido que logo levou-me a um orgasmo, dos melhores que já tinha sentido até o momento. Ela também gozou intensamente, porque minha "pegada" de tesão, com a língua, estava sendo além do que ela imaginava.
Chegando em casa, já pela manhã, nem quis me dar o "luxo" de tomar um banho, muito menos lavar meu dedo. Deitei assim mesmo. Antes de dormir e após acordar, me masturbei cheirando o dedo, que ainda estava com o cheiro bem intenso, sem esquecer que só depois de me acordar que notei que abaixo de minha unha estava meio marronzinho, um pequeno detalhe, que quase sempre fica quando a gente faz penetração anal. Sempre fica algum resíduo nas unhas, mesmo que quase imperceptível, quando há penetração profunda.

A partir daqui começa uma nova fase das Crônicas do Cólon ao Manjar.
Até a próxima.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Papel com tinta preta

Depois de meu primeiro contato, algumas outras coisas Continuaram. Como por exemplo: quando alguma amiga ia ao banheiro , minha mente não parava de viajar em pensamentos com àquela pessoa interessante , imaginando-a nos seus momentos íntimos; pensamentos em tudo o que houve, o despertar do interesse e mil coisas que se sucediam no banheiro, cagando , como devia se limpar , se fedia tanto como quando eu ia, como devia ser a consistência (será que era mesma forma que a minha?) , e tinham diarréia às vezes? Por que será? Poderia ser pelos mesmos motivos que às vezes tenho ? E quando sai do banheiro, será que contaminava o Ambiente como eu? Quando começou a despertar o interesse maior, algumas vezes entrava no WC pra sentir o cheiro após alguma amiga ir. Às vezes fedia pra caramba, outras vezes não. Isso virou mania minha, sentir após alguém cagar. Quase sempre dava um jeito, uma desculpa pra entrar após naquele Ambiente inusitado . Claro, vou pular essa parte, não detalhar agora, porque se tornará enfadonho e terá me consumido muito tempo escrevendo, relatando tudo o que sentia após entrar. Ainda não tendo “sorte” de ver algum deixado por lá, tinha muita curiosidade. Claro que acontecia de entrar e deparar com algum por lá, no meio daquela água fétida e podre, mas isso me enojava, porque imaginava que pudesse ser de alguém desinteressante e não daquela amiga mais linda da classe. Poderia ser da mais feia, da tia que cuidava da escola. Precisava ter a química da pessoa, para poder despertar interesse em imaginar ou ver algo deixado naquele local. Como disse, torna-se enfadonho falar muito dessa parte. Posso citar em pensamentos, em algum momento . Agora prefiro pular para a segunda fase, mais importante, de outro despertar (digamos para o segundo contato que merece mais consideração)
Tinha quase 15 anos , já havia tido minha primeira experiência sexual, já tinha despertado meu interesse pelo sexo feminino, já estava curtindo as baladas que freqüentava, beijado muitas bocas, entre tanto sexo apenas uma vez. E não havia acontecido nada além de lambidas pelo corpo, sexo oral vaginal (sei lá não pintou clima e talvez até vergonha pra colocar a língua e o dedo no cú; daquela que foi minha primeira relação sexual), foi mais química, mais encantamento por uma experiência nova, e pra dizer a verdade, naquele momento nem passou pela minha cabeça esses interesses mórbidos, ainda faltava ousadia, mesmo não fazendo tantos anos, a ousadia do que sou hoje (Aos 16 anos, em um namoro sério, foi que começou de verdade, de forma complexa, toda minha vivência sexual. Isso fica para os próximos relatos. Sem esquecer que, não estou aqui pra contar relações sexuais além dos que houveram contato com essa parafilia ou que envolvessem a obscuridade Coprofilica ).
Dando prosseguimento a esses quase 15 anos ...Não bastasse os fatores de imaginar, tive uma idéia um tanto original (se bem que hoje em dia, vejo que só era original para mim, porque até em algum lugar da Net já li que outras pessoas fazem ou já fizeram o que vou contar).
Numa manhã de domingo acordei-me com a idéia de conseguir sentir mais de perto o cheiro do cocô, seriam de duas amigas que viriam almoçar aqui em casa, aproveitando que a mamãe não estaria o dia todo, e elas ficariam o dia inteiro aqui. Levantei, fui ao banheiro, tirei todos os papéis sujos da lixeira, que fica ao lado do vaso sanitário. De repente, se alguma fosse fazer cocô eu conseguiria, de alguma forma, tirar proveito daquilo. Só imaginar como seria já me deixava muito ansiosa, com muita vontade de ter essa sensação. Pensei negativo também, que pudesse achar nojento demais ou fosse algo que me fizesse tirar de vez os pensamentos depravados que eu tinha .Não vou dar detalhes das duas amigas que vieram , nem narrar detalhes porque esse dia foi decepcionante. Todas as vezes que iam ao banheiro, eu dava uma olhada após e nada além de papéis molhados de xixi. Mesmo a gente comendo em demasia, mesmo dia todo em casa com almoço, sobremesa, pipocas, café à tarde e até o resto do que sobrou para a janta nenhuma das duas foi depositar nada do que eu queria. Por isso vou pular para 2 semanas depois, num sábado em que veio 3 amigas e resolvemos fazer um churrasco em casa. A mãe estava até o meio dia e logo saiu . Eu havia, logicamente, preparado tudo da mesma maneira que do dia frustrado: Lixeira vazia, entrando logo após alguma sair mas até quase o final da daquela tarde, nada ainda . Resolvemos as 4 assistir um filme em DVD, pipocas , amendoins, muita coca-cola , risos, Gritos e filme engraçado. Por momentos até havia esquecido meus pensamentos ansiosos, para que alguma fosse e fizesse o que eu almejava. Até que um grito de Adriana “genteee para o filme quero cagar socorro” . Todas riram, a Beni segurou ela: “não vai não vai vai se cagar”, eu ria , mais um riso satisfeito . “deu, chegou a hora, chegou a hora” –pensei- . Não vou negar que suei frio de tensão e medo, sei lá porquê. Como sempre, ou quase sempre, acontece em rodas de amigos, quando alguém fala que vai cagar, é maior zuação , e lá foi Adriana ao banheiro. Adriana não era a mais bonita e nem a mais gostosa, das que estavam lá. Não vou fantasiar em descrever o que não era: Era magra, daquelas quase “desbundada” , tinha 15 anos, olhos bonitos verdes, mas a forma do seu rosto não era tão bonita, entre tanto para feia estava distante. Seus lábios eram finos, pele morena clara, seios pequenos, cintura nem fina nem grossa, estava vestida com uma calça jeans clara, blusinha branca e seus cabelos lisos estavam presos. Fitei sua ida até o banheiro, a bunda em especial, porque julgava importante concentrar a visão, para depois minha mente formar os pensamentos, de como ela estaria sentada naquele momento, como devia estar saindo, como será que era a cor, a forma ...
“E depois? E depois que saísse como seria me deparar com aquele papel sujo? E se ela jogasse o papel na privada?”- Era o que eu pensava.
Foram momentos de muita tensão, não teve jeito, acredito que a ansiedade se misturava à nova experiência, ao que pudesse vir a seguir...
Adriana saiu do banheiro. Dirigiu-se ao sofá e voltamos a assistir o filme. Precisava ir para lá, mas também precisava esperar um pouco mais, a tensão aumentava, nem no filme conseguia me concentrar. Quando Bia se levantou e disse: ”Pausa aí, vou fazer xixi” . Naquele momento senti que alguma coisa poderia sair errado, meus pensamentos da ida de Adriana não poderia ser, de forma alguma, decepcionado. Sei lá o que poderia acontecer. Foi então que pulei rapidamente e disse: “Bia vá ao banheiro da garagem , estou com dor de barriga , não agüento segurar e já vou tomar banho” . Sem muito comentar ou esperar a resposta, fui para o banheiro. Tranquei a porta. Fiquei ainda segundos respirando fundo, encostada na porta, olhando para a privada e para o cesto fechado. Não senti cheiro algum da cagada de Adriana; talvez porque sempre foi costume na nossa casa, ter aqueles desodorizadores na privada, dos mais fortes, já que eu e a mãe costumamos deixar o Ambiente bem poluído.
Ainda um tanto nervosa, liguei o chuveiro pra disfarçar de alguma maneira e quem sabe me deixar menos apreensiva e até tomar banho para tirar a possível ânsia que poderia sentir. Era o que vinha á cabeça , estava preparada para tudo. Abri a caixa de papéis, e lá estava dois papéis usados, um bem enrolado e outro visível, totalmente borrado de merda. Era bem preto, com chumaços maiores de uma parte e ia diminuindo em seu seguimento. Ainda olhava , ainda sem muita reação, e minha fértil imaginação me remetia a bunda dela, a aquele caminho deixado no papel, que devia ter borrado de baixo para cima, tudo indicava. Peguei com a ponta dos dedos o papel aberto. o mais borrado e o tirei de dentro do cesto. Aquilo começou a me deixar excitada , mesmo estando longe dos meus olhos e de meu nariz. Olhava de longe e quando comecei a sentir o cheiro que vinha, mesmo da distância que eu o segurava, joguei o joguei no chão. Tirei a roupa e comecei a me tocar, olhando para aquele papel borrado no chão. Tinha me deixado muito molhada, minha buceta estava sensível demais,
Mais do que o normal. Aquilo estava me deixando com uma excitação que talvez eu nunca tivesse sentido, não era excitação melhor, nem pior que em outras vezes que me tocava ou da vez que transei, mas sim.. diferente. Sentei-me no chão frio porque o calor era demais , agarrei o papel e o dirigi perto do meu nariz e o cheirei. Incrível , o que nos marca, nosso cérebro é capaz de absorver um cheiro e o manter sempre em nossa mente. Naquele momento senti
O cheiro real de uma merda, cheiro cítrico , forte, podre, parecia arder as narinas
e o toque de meus dedos a minha buceta encharcada, aumentaram. Era forte demais e concentrado mas me excitava cada vez mais. Junto com o cheiro, os pensamentos em Adriana se seguiam, precisava também imaginar a forma dela. Enquanto me masturbava, aproximava ainda mais o nariz e aquilo me deixava trêmula de tanto tesão. Foi também naquela hora, que senti pela primeira vez, vontade de pôr a boca, ali naquela merda, mas não Pus. O conflito de que aquilo seria um absurdo, que de forma alguma alguém o faria, seria única no mundo, algo que um humano jamais faria nem em pensamento, me fez recuar. Senti vontade em pensamento e foi suficiente para não fazer nada além de cheirar. Já que até em só cheirar e estar fazendo o que eu estava, de alguma forma me deixava sentindo culpada. Ainda não havia lido a respeito, nem ouvido falar disso, então me limitei. E continuei cheirando e um orgasmo se aproximava. Quando chegou, respirei fundo aquele cheiro fétido, enquanto golfadas de êxtase e gozos preenchiam meu corpo, fui descendo o papel ao chão e o agarrei, toquei por cima do chumaço e senti a merda em meus dedos e novos orgasmos vinham e profusão do cheiro que exalava, ainda mais forte. Não olhei, mas sentia aquela coisa mole, com alguma consistência meio dura misturada, sentia em meus dedos cada detalhe e o orgasmo ainda durava e o cheiro o complementava. Quando me dei por satisfeita, não olhei mais o papel, o joguei na lixeira, nem olhei para meus dedos sujos e fui para baixo do chuveiro. Deixei a água morna refrescar meu corpo extasiado e ensaboei muitas vezes meus dedos, não poderia ficar com o cheiro neles. Depois de muitas lavadas , aí sim cheirei e o odor ainda continuava. E tornei a lavar até que saísse totalmente.
Após o acontecido, os pensamentos não saiam de minha mente, pelo contrário, as vontades foram aumentando. Foi uma nova etapa de um início que começara a se formar ainda mais contundentes. E ficarão conhecidos numa outra oportunidade. Aqui continuam as Crônicas do Cólon ao Manjar.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Primeiro Contato

Eu. 12 anos. Verão de 1997. Lá vou eu novamente para a Casa da Gisele, uma de minhas melhores amigas naquela época. Era rotina, diariamente, após chegar da aula almoçava e partia para a sua casa. Chegando lá, estava sua mãe atendendo a campanhia e gritando "É a D., Gisa". Sempre a mesma coisa, isso já há 3 anos de nossa amizade; Aquela tarde,nada foi diferente do habitual: Comentários sobre os gibis da Turma da Mônica, divagações sobre a matéria que os professores deram e claro, sem esquecer, o Super Nintendo e Mário Bros, jogo o qual não dispensávamos.
Quando estava perto de chegar à noite sempre esperávamos outras colegas. Tinham as fixas como a Cristiele, a Márcia e a Marcela. No quintal de Gisa estávamos todas reunidas para as brincadeiras da noite: Um dia era "a guerra das Bolotas verdes" (chamávamos assim aquelas frutas verdes e duras, que nunca mais lembrei o nome).Cada uma de nós se escondia num canto do quintal- no qual que era enorme, cheio de pilares, duas garagens e no fundo a tal árvore com o tal fruto- e o objetivo era ver quem saía mais machucada. Noutro dia era a "Guerra dos tostões" (Uma brincadeira na qual uma tentava acertar a outra com o joelho na coxa)Essa "brincadeira" era bem dolorida, principalmente quando se errava o alvo e acertava o púbis (Nesse tipo de brincadeira normalmente haviam brigas sérias). Vez ou outra era a "Guerra do cuspe". Quem já foi criança e adepta de brincadeiras idiotas, já sabe em que consiste. É, isso mesmo, uma tentava acertar cuspidas na outra, que às vezes, também acabava mal, com discussões por uma cuspida mais "sólida" ou quando acertava no rosto. Constantemente, quando estávamos muito empolgadas e "Quanto mais idiota melhor" rolavam todas as "brincadeiras" numa só noite. Naquela época, apesar de não fazer tanto tempo assim, tive amizades pré adolescentes na qual não se falava em meninos, muito menos em sexo. Era esse tipo de brincadeira que acontecia. Nas noites de sextas, quando nossas mães permitiam ultrapassar um pouco a madrugada, realizávamos danças, imitações de personagens famosos no qual admirávamos. Como é comum, tinha aquela que era a "lider" , a que ditava as regras e dizia quando parar e quando obedecer em todas essas brincadeiras. Gisele era sempre o centro das atenções e a obedecíamos. Era a mais alta, a mais velha (tinha seus quase 14 anos).
Numa noite, num dia da semana que não sei dizer, uma nova "brincadeira" surgiu e foi o "prólogo" para muitos fatos que vieram a mudar e/ou dar uma caracterização mais forte do que viria muito tempo depois. Nessa noite a brincadeira era "A guerra das bolotas verdes". Cada uma dispersa, se protegendo uma da outra, isso não mudava em nada, a velha rotina característica e idiota de sempre e já estávamos enjoadas e cansadas. Gisele então gritou:
-Tempo , tempo!! Venham cá , tenho uma nova brincadeira.
Eu, Márcia e a Marcela saímos dos nossos esconderijos, nos aproximamos de Gisele e nos reunimos em rodinhas. Gisele falou:
-Tenho uma nova brincadeira, que vai começar agora ...
Ela deu uns três passos de ré, colocou as duas mãos para trás, olhando com uma cara de debochada. Ficamos sem entender muito o que ela fazia, inquietas a espera do que ela estava escondendo em suas mãos e esperando o pior: Quem sabe uma pedra em nossas cabeças, pensei. Naquele exato instante Gisele salta com uma das mãos esticadas para cima de Márcia e esfrega a mão em seu rosto, gritando:
-Aqui está a Guerra da bunda suada !!
Sem entender o que estava acontecendo eu e Marcela corremos, nos afastando e ouvimos a Márcia reclamando em tons de muita indignação:
-Que isso sua porca, passou a mão no rabo e depois na minha cara! Que brincadeira sem graça, sua porca, nojenta!
Não tivemos muito tempo para nos surpreendermos, porque Gisele foi rapidamente em nossa direção. Na tentativa de correr, tropecei e caí sentada no chão. Ela com as pernas me apertou, quase me imobilizando ao chão, e esfregou a mão no meu rosto. Também fiquei indignada como todas:
-Deu, acabou essa brincadeira, Gisele. Falei.
Após alguns segundos respirei e pude sentir aquele cheiro. Não era cheiro de merda e sim aquele cheiro característico que ficamos na bunda, por exemplo, quando tomamos banho pela manhã,suamos o dia todo, fazemos as necessidades fisiológicas e no final do dia se cria aquele suor no cú e em volta entre as nádegas, principalmente quando se é mais nova e sem pêlos. Fiquei bem irritada com aquilo, naquele instante.
Márcia foi para o banheiro lavar o rosto; Marcela fugiu já distante e eu, meio que indignada fui para minha casa. Chegando lá, como de costume , preparei minhas roupas para o banho. No banheiro, antes do banho, sentei-me numa cadeira que tinha por lá e comecei a pensar no que a Gisele havia feito. Passei a mão no rosto, aonde ela havia esfregado a sua e cheirei. O cheiro da sua bunda impregnou no meu rosto e na mão. Aquele cheiro sujo me deixou feliz. Feliz, porque naquela época, naquele momento, nem sabia o que era excitação. Não havia nem experimentado a masturbação e nem sabia o que era isso. Claro que certamente me excitei, devo ter ficado molhada e com tesão mas não sabia definir e nem passaria pela minha cabeça tocar-me. Só tenho certeza que não conseguia parar de cheirar minha mão. Inspirava fundo para sentir o cheiro da bunda de Gisele e logo distanciava a mão do meu nariz. Em breves momentos passava pela minha cabeça um sentido de culpa por estar curtindo mas o que mais queria é que acontecesse de novo. Tomei banho e lavei meu rosto por último.
Esse foi meu primeiro contato. Um tato que resultou num olfato. Um despertar que só tomaria forma anos depois.
Aqui tem início as Crônicas do Cólon.